A Electronic Arts informou que a edição para PC de "Need for Speed Shift" será lançada em 25 de setembro no Brasil, com preço sugerido de R$ 99,90. Por ora, a companhia não tem previsão para as edições de Xbox 360 e PlayStation 3.
O diferencial de "Shift" é que pretende ser um jogo de corrida realista, com viés de simulador, ao contrários dos antecessores, que sempre tiveram uma mecânica "arcade", privilegiando os controles simples e um dinamismo exagerado.
O game conta com uma visão de cockpit, com simulação fiel das leis da física, que "permite sentir cada impacto, cada troca de superfície". O título está sendo desenvolvido pela Slightly Mad Studios, produtora independente fundada pelo desenvolvedor Ian Bell, de "GT Legends" e "GTR 2". O game prevê carros de alta performance, como o Pagani Zonda F, Porsche 911 GT2 e Lotus Elise.
A Electronic Arts também divulgou a lista de canções usadas no game:
. Buraka Som Sistema com Pongolove - "Kalemba (Wegue-Wegue)" . Chase And Status com Plan B - "Pieces" . Deadmau5 - "Ghosts N Stuff" . Eagles Of Death Metal - "Anything 'Cept the Truth" . Fort Knox 5 com Asheru - "Insight (The Nextmen Remix)" . Gallows - "I Dread The Night" . In Case Of Fire - "This Time We Stand" . Jamal - "Pull Up" . Kanye West - "Paranoid (Part 2)" . Kasabian - "Underdog" . The King Blues - "The Streets Are Ours" . Mala Rodriguez - "Te Convierto" . Mando Diao - "Mean Street" . MSTRKRFT com E-40 - "Click Click" . N.A.S.A. - "Whachadoin? Feat. Spank Rock, MIA, Santigold and Nick Zinner" . The Prodigy - "Run With The Wolves" . The Qemists feat Mike Patton - "Lost Weekend" . Regular John - "Transmitter" . Rootbeer - "Under Control" . Shinichi Osawa - "Electro 411 (Lies In Disguise Mix)" . Spoon Harris & Obernik - "Baditude" . Tokio - "Dogonim" . Twisted Wheel - "Oh What Have You Done" . Two Fingers com Sway - "High Life"
"Batman: Arkham Asylum" ainda não foi lançado para PC (sai em 15 de setembro nos Estados Unidos), mas já foi parar na rede ilegalmente. Prova disso é um fato curioso e recente que ocorreu no fórum oficial da Eidos, distribuidora do título, envolvendo uma proteção anti-cópia inserida na versão que vazou.
No dia 4 de setembro, um usuário identificado como Cheshirec_the_cat criou um novo tópico, solicitando ajuda para um suposto problema no jogo. O erro, segundo ele, estava em uma das habilidades do Batman, a de planar utilizando sua capa.
"Olá! Estou com um problema quando o Batman usa o 'glide' durante o jogo. Eu seguro o botão, como dito no game, para pular de uma plataforma para a outra, Batman tenta abrir sua capa, mas não consegue. Com isso, ele cai no gás venenoso. Gostaria que alguém me ajudasse no que fazer", pediu.
Primeiro, o usuário Henke123 aconselhou comprar o jogo, já que não há gás venenoso na demonstração e o título completo não havia saído, determinando, assim, que o autor do tópico estava usando uma cópia pirata.
Prontamente, um dos administradores do fórum, e funcionário da Eidos, Kier, respondeu ao usuário e trancou o tópico em questão. "O problema que você encontrou é uma isca anti-cópia para pegar as pessoas que tentam baixar e jogar o game de graça", explicou. E arrematou: "Não se trata de erro no código do jogo, mas de um erro no seu código moral". O usuário não teve a chance de responder, já que o tópico foi fechado.
"Batman: Arkham Asylum", como o nome sugere, se passa no manicômio de mesmo nome de Gotham City, onde os piores vilões estão confinados. Mas os detentos tomaram o controle do lugar e cabe ao homem-morcego trazer de volta a ordem por lá. O título tem mecânica de ação furtiva, e o herói conta com uma ampla variedade de habilidades e equipamentos de seu cinto de utilidades. O roteiro do game foi escrito por Paul Dini, vencedor de cinco Emmy, que tem no currículo a primeira temporada de "Lost" e a série em desenho animado de "Batman".
A Microsoft anunciou que o desenvolvimento de "Forza Motorsport 3" foi encerrado, e está pronto para entrar em fase de produção de cópias. O título está previsto para chegar em 22 de outubro na Ásia, no dia seguinte à Europa e no dia 27 nos Estados Unidos.
Uma demonstração jogável do games está prevista para sair em 24 de setembro, através da Xbox Live. Esse excerto do game vem com a pista ficcional Camino Viejo e os veículos Porsche #80 Flying Lizard 911 GT3-RSR (modelo 2007), Audi R8 5.2 FSI quattro (2010), Ferrari California (2009), Mitsubishi Lancer Evolution X GSR (2008) e Mini John Cooper Works (2009).
"Forza Motorsport 3" conta com mais de 400 carros de 50 montadoras e cem pistas, tudo isso rodando a 60 quadros por segundo de animação. A nova edição promete melhorar o realismo introduzindo capotagens. Como o antecessor, promete uma modalidade de personalização dos carros, com possibilidade de trocar de veículos entre os usuários. Além disso, também haverá um modo para fazer vídeos do game. Em termos de mecânica de jogo, promete ser realista, mas também ser amigável aos novatos de simuladores, como os antecessores foram.
Se você já conferiu vídeos de "The Beatles: Rock Band", já reparou que o fundo animado com os quatro músicos se desenrola de acordo com a música. Por exemplo, em "Yellow Submarine" há um tipo de clipe da canção, enquanto outras canções são tocadas no The Ed Sullivan Show. De acordo com a Harmonix, isso é chamado de "dreamscapes", fundos inspirados pelas músicas que os acompanham.
Para completar, a produtora informou que as músicas vendidas por download trarão um "dreamscape" próprio, da mesma forma que as contidas em disco. O preço por música continuará o mesmo das canções vendidas normalmente para "Rock Band" e "Rock Band 2": US$ 2.
The Beatles: Rock Band funciona como um simulador de banda, em que até quatro jogadores "tocam" instrumentos: guitarra, baixo, bateria e voz, da mesma forma que Rock Band e Rock Band 2. A diferença, naturalmente, é o repertório, que traz as canções da clássica banda inglesa. Vale notar que certos álbuns da banda serão vendidos na íntegra por download - "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", "Rubber Soul" e "Abbey Road" já foram confirmados. O jogo está disponível para Xbox 360, PlayStation 3 e Wii.
Assim como ocorreu nos cinco meses anteriores, a indústria de videogames nos Estados Unidos fechou agosto com mais uma queda de dois dígitos nas vendas combinadas de hardware, jogos e acessórios - os dados não incluem PC.
Segundo o NPD Group, empresa de referência na apuração de venda de games nos Estados Unidos, a queda foi de 16% com relação ao mesmo período do ano passado, com as vendas fechando em US$ 908,72 milhões. Como ponto positivo, os números foram melhores que os de julho, quando a indústria teve uma queda mais acentuada (29%) e arrecadou US$ 848,9 milhões.
Veja a arrecadação da indústria de videogames nos Estados Unidos no mês de agosto (a porcentagem indica a variação em relação ao mesmo mês do ano passado):
O site Eurogamer Spain anunciou que a Sony vai lançar neste ano um modelo de 250GB do PlayStation 3 Slim na Europa.
O pacote especial chegará em outubro contendo uma cópia de "FIFA 10" e será vendido exclusivamente no país pela rede de lojas GAME pelo preço de 350 euros (cerca de R$ 930repor), de acordo com reportagem.
A Sony lançou o PlayStation 3 Slim no início de setembro, impulsionando as vendas do console em todas as regiões. Na Europa, o desempenho da plataforma subiu 1000%.
Depois de várias versões, o PlayStation 3 agora vem com um disco rígido de 120GB de fábrica. Rumores sobre um modelo de 250GB surgiram logo após o anúncio oficial do PS3 Slim em agosto.
Até o momento, a divisão Sony europeia da Sony não comentou o rumor.
Foi há exatamente dez anos, em 9 de setembro de 1999, que a Sega começou a escrever seu último capítulo em sua trajetória como fabricante de videogames. Nesse dia foi lançado, nos Estados Unidos, o Dreamcast, console que representou a despedida da companhia japonesa no negócio de desenvolvimento de plataformas domésticas, passando a se dedicar apenas à produção de jogos.
Parecia um retorno triunfal. Depois de amargar uma geração perdida com o Saturn, a Sega inspirava a mesma confiança que a tornara um rival de peso para a Nintendo na primeira metade da década de 90, quando seu Mega Drive lutou ombro a ombro com o Super NES no território americano.
O Dreamcast - cujo nome nasceu da fusão de "dream" (sonho) e "broadcast" (dá a ideia de difusão, como os sinais de rádio e TV) - teve um lançamento quase perfeito nos Estados Unidos, mas sucumbiu aos diversos erros estratégicos da Sega que a deixou sem dinheiro para continuar a bancar uma plataforma de console no mercado. Assim, apenas 16 meses depois, em 31 de janeiro de 2001, a companhia anunciou descontinuidade do videogame. Para os apaixonados pela Sega, era o fim de um sonho.
Um difícil começo
O nascimento do Dreamcast foi marcado por complicações e controvérsias. Em 1997, havia dois grupos, um independente e um oficial, desenvolvendo o sucessor do Saturn. A companhia, inicialmente, havia optado pelo projeto do primeiro time, que trazia tecnologia gráfica da 3dfx, mas no final acabou se decidindo pelo protótipo do engenheiro de hardware Hideki Sato, que usava o PowerVR2 como solução gráfica. A troca repentina gerou um processo da 3dfx, que acabou em acordo. O sistema operacional era uma versão melhorada do Windows CE, da Microsoft.
O videogame foi revelado em 21 de maio de 1998 no Japão. No mesmo dia, a Sega havia publicado um anúncio de página inteira num jornal, em que a companhia foi representada como um xogum derrotado. No dia seguinte, outra propaganda de página inteira mostrava guerreiros japoneses prontos para uma nova batalha, com os dizeres "Dreamcast: em novembro, o contra-ataque". Mesmo depois de ter escolhido o projeto, os problemas continuaram: o desenvolvimento do PowerVR2 atrasou, e postergou a produção de jogos e do próprio videogame. Apesar de ter esgotado a primeiro leva do Dreamcast, lançado em 27 de novembro de 1998 no Japão, a falta de jogos de peso e a pouca disponibilidade do videogame fizeram com que as vendas ficassem abaixo de esperado.
Mas nos Estados Unidos, a história foi bem diferente. O anúncio do lançamento do Dreamcast na E3 de 1999 foi um dos principais acontecimentos da feira de games. A Sega americana, cujo presidente era Peter Moore (que depois chefiou a divisão de games da Microsoft e atualmente é presidente da EA Sports), montou um plano de marketing eficiente, escolhendo uma data estratégica para a chegada do videogame: 9 de setembro de 1999. O preço era atrativo: US$ 199, metade do Saturn.
Passados quase dez meses ao lançamento japonês, a estreia americana do Dreamcast contou com uma grande oferta do videogame e uma forte e vasta linha de jogos (eram 18 no total), incluindo "Sonic Adventure" e "Soulcalibur", considerados alguns dos melhores títulos da plataforma. O resultado foi o que a Sega dos Estados Unidos considerou as "mais grandiosas 24 horas da história do entretenimento", tendo vendido mais de 220 mil unidades do console em apenas um dia (sem conseguir atender as mais de 300 mil reservas). Combinando com a venda de jogos, foram arrecadados US$ 98 milhões no primeiro dia. Em duas semanas, as vendas passavam de 500 mil unidades. No Brasil, a Tectoy lançou o videogame ainda em setembro, e vendeu 20 mil unidades em dez meses.
O analista de sistemas Norian Munhoz Júnior, um dos maiores colecionadores do Brasil (diz ter 140 consoles e quase 3 mil jogos) e responsável pelo site Classic Gaming Brasil, dedicado à memória dos games, comprou seu Dreamcast logo que saiu nos Estados Unidos. Já fã do Saturn, por seus títulos de luta e de tiro espacial, viu uma revolução em "Sonic Adventure", a estreia do ouriço-terrestre no universo 3D. "Eu não senti essa evolução nem no lançamento do PlayStation 2, e até mesmo nos consoles atuais", diz. "A cena que não sai da minha cabeça, apesar de não ter interatividade nenhuma, é o momento da baleia", referindo-se à passagem em que Sonic é perseguido por uma grande orca. Para Norian, o Dreamcast elevou o nível de seus gêneros preferidos, com games como "Ikaruga" e "Marvel vs. Capcom 2".
Efervescência na Sega
Essa foi uma fase de grande criatividade dentro da Sega. Nessa época, a companhia foi reestruturada, e os principais designers da casa ficaram responsáveis por liderar times internos que, na prática, funcionavam como estúdios independentes. A Overworks fez o RPG "Skies of Arcadia", e a AM2, de Yû Suzuki, lançou "Shenmue" e sua continuação, antecipando um gênero de aventura com exploração livre em grandes mapas que tornaria "Grand Theft Auto III" famoso.
As franquias "Crazy Taxi" e "Virtua Tennis" foram obras da Hitmaker, e a United Game Artists, que tinha Tetsuya Mizuguchi, fez alguns dos games mais originais do Dreamcast, casos de "Space Channel 5" (que teve continuação) e "Rez". Por fim, a Sonic Team, que contava com Yûji Naka, foi uma fábrica de clássicos, tendo colocado no mundo títulos como "Sonic Adventure", "Samba de Amigo", "ChuChu Rocket!" e "Phantasy Star Online".
Mas toda essa criatividade e a estratégia agressiva de marketing não foram suficientes para garantir o sucesso prolongado do Dreamcast. Parte da culpa residia na própria Sega, que amargou seguidos fracassos desde o Sega CD, acessório de CD-ROM para o Mega Drive. Depois vieram o Super 32X (que elevava o Mega Drive à categoria de 32 bits) e o Saturn, todos com vida curta. A Sega tinha o estigma de "abandonar" os usuários, cortando repentinamente o fornecimento de jogos para as citadas plataformas.
Isso aconteceu com Norian, que afirma ter sido "traído" com o fim do Dreamcast. "Eu já tinha me sentido assim com o Saturn. Mas relevei pelo divertimento que ele me trouxe com os lançamentos exclusivos do Japão", conta. "Agora, com o Dreamcast, a Sega tinha um excelente hardware, que poderia muito bem concorrer com o PlayStation 2". Mas a sombra do PlayStation 2 talvez tenha sido grande demais para o valente console branco da Sega. O Dreamcast não foi páreo para o sonho vendido por Ken Kutaragi, presidente da Sony Computer Entertainment à época e principal responsável por fazer da companhia a líder do mercado de videogame - isso em apenas uma geração, através do PSOne. "Potencial de supercomputador", "gráficos de CG [computação gráfica]" e "realismo capaz de expressar emoções" (o processador central do PlayStation 2 foi cunhado de Emotion Engine) foram alguns dos termos usados pela Sony para seu videogame que sairia em 4 de março de 2000 nos Estados Unidos.
Tática recorrente da Sony, a companhia mostrou imagens do que supostamente o PlayStation 2 seria capaz: daí surgiu a famosa demonstração do patinho na banheira e cenas do que poderia ser "Final Fantasy VIII" no novo console da Sony. "Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty", continuação de um clássico para PSOne, foi um dos jogos prometidos para o videogame. Pesava ainda a favor do PlayStation 2 o fato de ser um tocador de DVD, algo ainda caro na época, e ser compatível com jogos de PSOne, o que ajudou a suprir a fraca linha de jogos no começo do ciclo de vida. A tática deu certo e o PlayStation 2 se tornou a plataforma de videogame mais popular a história, com quase 140 milhões de unidades vendidas no mundo.
Legado
Pode-se dizer que o Dreamcast foi um console à frente de seu tempo, e foi pioneiro em diversos aspectos. Embora outros consoles já tivessem modem, o último videogame da Sega foi a primeira em apostar na internet e no multiplayer online. Devido à infraestrutura precária na época (o acesso via linha discada ainda era o principal método para usar a internet), poucos títulos foram lançados com o multiplayer via rede, destacando-se "Quake III Arena", "Sega Rally 2" e o RPG "Phantasy Star Online". Esse game fez tanto sucesso que os servidores só foram desligados em 31 de março de 2007.
Além disso, o download de jogos antigos, tão em voga nos consoles atuais, já havia sido testado no Japão. Com o serviço, chamado de Dream Library, era possível baixar títulos para Mega Drive e TurboGrafx-16. Mas havia um grande problema: não era possível armazenar os jogos, sendo necessário baixá-los toda vez que o videogame era desligado. Ainda, a emulação dos jogos deixava a desejar. Em mensagem publicada nesta quarta (9) em seu blog oficial, Peter Moore considera que o Dreamcast pavimentou o caminho para os serviços online como a Xbox Live e a PlayStation Network.
O Dreamcast tinha um cartão de memória diferente, que funcionava também como um minigame. A ideia foi copiada pela Sony depois, na forma do PocketStation, mas saiu apenas no Japão. Além disso, o Visual Memory Unit do Dreamcast tinha funções extras: em "Dynamite Cop", por exemplo, o aparelho, conectado ao controle, indicava a presença de um item escondido. A conexão com um portátil, como aconteceu com o Game Boy Advance e o GameCube e agora entre o Wii e o Nintendo DS (sem falar no PSP com o PlayStation 2 e 3), também veio primeiro no videogame da Sega, que ensaiou esses passos com o Neo Geo Pocket, da produtora SNK.
O sucesso do Dreamcast nos Estados Unidos - chegou a vender 100 mil unidades por dia mesmo depois da febre inicial do lançamento, segundo Moore - não foi suficiente para cobrir os gastos da Sega, e, então, em 31 de janeiro de 2001, a companhia anunciou o fim da produção do console e a retirada no mercado de hardware. A decisão veio do Japão, que decidiu pela sobrevivência da empresa ao invés de continuar a grande aventura do Dreamcast. Tragicamente, Issao Okawa, presidente de conselho de diretorers da Sega e principal incentivador do console, faleceu dois meses depois do anúncio. Chegara o fim de uma era.
O Dreamcast deixa uma marca de 10,6 milhões de consoles vendidos e suas inovações vivem como legado nos consoles atuais. O videogame foi vendido até 2006 no Japão, quando a Sega colocou no mercado algumas unidades recondicionadas, mas ainda hoje recebe esporádicos lançamentos oficiais: o mais recente é o game de tiro "Dux". O console ainda conta com uma comunidade de desenvolvedores amadores, que fabricam programas caseiros. Seus jogos foram pouco explorados nos serviços de jogos antigos: um deles é "Soulcalibur", refeito para o Live Arcade do Xbox 360.
Mas Norian gosta mesmo é de jogar os games em seu velho Dreamcast, e diz que não culpa a Sega pelo fim do console. "Esse mercado é difícil, e, no final, acabo agradecendo [à companhia] por ter criado o Dreamcast. Esse é um aparelho que tem excelentes jogos, em especial de gêneros que não são bem aproveitados nos consoles atuais". No leitor de GD-ROM de seu videogame, é obrigatória uma sessão semanal de "Ikaruga", além de "Giga Wing" e "Street Fighter III: 3rd Strike".
Rumores indicam que a Microsoft pretende fazer uma participação marcante na edição 2009 da Tokyo Game Show, que acontece no final deste mês de setembro no Japão.
Uma série de novos títulos para Xbox 360 devem ser anunciados, incluindo um projeto da Rare e uma versão do RPG online "Final Fantasy XIV", anunciado previamente apenas para PlayStation 3 e computadores.
Detalhes adicionais sobre o Project Natal devem também ser divulgados, assim como as primerias imagens de jogo de "Halo Reach", revelado na última edição da E3, realizada em junho nos Estados Unidos.
A Tokyo Game Show 2009 será realizada de 24 a 27 de setembro.
A Microsoft revelou uma lista com as ofertas exclusivas do mês de setembro para os assinantes Ouro da Xbox Live na promoção Deal of the Week, no qual jogos e itens relacionados são vendidos por uma semana com desconto.
Na seção "Games on Demand", a promoção começou nesta terça-feira (8) com "Civilization Revolution". Na próxima terça (15) será a vez de "FIFA Street 3", seguido por "Shaun White Snowboarding" no dia 22 e "Fable II: Game Episodes" no dia 29. Nenhum preço foi revelado para esses jogos com desconto. O serviço Games on Demand oferece títulos completos de Xbox 360 por download e não está disponível para o Brasil.
Os usuários de Xbox Live Arcade podem baixar outros games promocionais na seção Live Arcade. "Puzzle Quest" é a primeira oferta do mês e será vendido por 400 Microsoft Pints (US$ 5) até a próxima segunda (14), quando dará a vez para "Lode Runner". No dia 21 será a vez de "Pinball FX" e no dia 28 as 10 músicas mais baixadas de "Guitar Hero World Tour" estarão com 50% de desconto.
Na seção de avatares, a partir de quinta-feira (10), a "coleção moderna dos anos 80" começará a série de promoções, dando lugar à "Cultura Urbana" no dia 17. "Aparatos de corrida de Forza Motorsport 3" será a primeira oferta de outono e a última de setembro.
O site americano Videogamin247 divulgou uma interessante informação em relação a "Resident Evil 5". De acordo com nota publicada no site, a Capcom está preparando mais uma leva de conteúdo extra para o título de terror e ação em terceira pessoa. Um dos indicativos disso seria uma declaração feita por Christian Svensson, vice presidente de plano estratégico e negócios da empresa.
"Estávamos conversando sobre isso; não sei se você viu alguns dos tópicos criados no [fórum] Capcom Unity, mas existem perguntas sobre quando faremos mais conteúdo", comentou o presidente. "Perguntei o que as pessoas gostariam de ver e de repente brotou um tópico com literalmente centenas de posts e que já acumula mais de dez mil visitas".
Svensson afirma que o time de desenvolvimento já está a par do conteúdo deste tópico, que pode muito bem ser utilizado como fonte de inspiração no desenvolvimento de novo material para "Resident Evil 5". Apesar da afirmação, nada de concreto foi anunciado até o momento, restando esperar por um anúncio que oficialize o desenvolvimento.
A Capcom até o momento disponibilizou somente um pacote de conteúdo extra para "Resident Evil 5", que acrescenta o modo Versus online, permitindo assim que os jogadores possam se enfrentar em partidas por meio das redes online da Microsoft e Sony.
"Resident Evil 5" segue as mudanças introduzidas pelo antecessor direto, que ficou com muito mais ação. O game introduz novidades, como um modo cooperativo online. Dando continuidade à dinastia de mulheres fortes na franquia - Jill Valentine, Rebecca Chambers e Ada Wong são algumas dessas heroínas -, o game apresenta uma nova personagem: Sheva Alomar, agente da mesma organização a qual pertence Chris, a BSAA.
Nas últimas duas semanas antes do lançamento do modelo Slim, as vendas do PlayStation 3 caíram drasticamente no Japão, sem atingir duas mil unidades semanais. A leitura dos analistas é que os nipônicos estavam esperando a versão remodelada sair.
O Slim chegou ao mercado na última quinta-feira (3) e as vendas, como previstas, subiram meteoricamente. De acordo com a Enterbrain, empresa que edita a revista Famitsu, as vendas do novo modelo do PlayStation 3 foi de 150.252 unidades. O PlayStation 3 "antigo" vendeu apenas 580 unidades.
Trata-se da maior vendagem semanal do console da Sony desde que foi lançado, em 11 de novembro de 2006. Assim, as vendas acumuladas do videogame chega a 3,43 milhões de unidades.
Comparando com o modelo tradicional, o PlayStation 3 Slim é 33% mais compacto, 36% mais leve e consome 34% menos energia. Além disso, o preço foi baixado para US$ 300 nos Estados Unidos.
Já no Reino Unido, as vendas subiram 999% de uma semana para outra, mas números absolutos não foram revelados pela Chart-Track. Assim, o videogame da Sony vendeu três vezes mais que o Xbox 360, que também teve redução de preço recentemente. O console da Microsoft vendeu 29% a mais que na semana anterior.
A Valve confirmou o lançamento de Crash Course, novo conteúdo extra para "Left 4 Dead", título de ação em primeira pessoa que coloca os jogadores na pele de sobreviventes em uma cidade infestada de zumbis.
A atualização segue o padrão de lançamentos da Valve, que costuma adicionar conteúdo inédito em seus jogos gratuitamente. O pacote adiciona novo material para a campanha single-player, multiplayer e também no cooperativo, tanto no PC quanto no Xbox 360.
Crash Course esclarece o buraco presente entre as campanhas No Mercy e Death Toll, adicionando ao game novas localizações, diálogos e um final que promete ser explosivo. Além do acréscimo deste novo conteúdo, Crash Course também traz um maior equilíbrio ao modo multiplayer do game, tornando a mecânica mais justa para ambos os lados durante as partidas.
"Left 4 Dead: Crash Course" estará disponível para download no próximo dia 10 de stembro, quinta-feira. Lembrando que apesar do pacote estar disponível gratuitamente no PC, o download para a versão Xbox 360 custa 560 Microsoft Points (US$7,00).